segunda-feira, 2 de maio de 2016

CAJUEIRO ALAGOAS PARTICIPA DA PEREGRINAÇÃO À PORTA SANTA NA CATEDRAL DE MACEIÓ ALAGOAS.


No dia 29 de abril de 2016, a paróquia de Cajueiro Alagoas participou da peregrinação até a Porta Santa, na Catedral Metropolitana de Maceió Alagoas realizando a acolhida às demais cidades da área do Vale do Paraíba dentro da programação do Jubileu da Misericórdia.

































domingo, 10 de abril de 2016

COMO SE VESTIR PARA IR À SANTA MISSA



Muitos hoje se perguntam qual é a melhor forma de se vestirem para participar do Santo Sacrifício da Missa. Alguns procuram responder a estes afirmando que "tanto faz, pois o que importa é o coração". Mas o que dizem os documentos oficiais da nossa Santa Mãe Igreja à respeito disso?
O Catecismo da Igreja Católica (n. 1387) afirma, sobre o momento da Sagrada Comunhão: "A atitude corporal - gestos, roupa - há de traduzir o respeito, a solenidade, a alegria deste momento em que Cristo se torna nosso hóspede."
Para compreender o porquê o Catecismo afirma isto à respeito das vestes, é importante compreender o que é a Santa Missa: ela é a renovação do Sacrifício de Nosso Senhor Jesus Cristo, que sendo verdadeiro Deus e verdadeiro homem, pagou pelos nossos pecados na cruz. Tal Sacrifício se torna presente na Santa Missa no momento em que o pão e vinho tornam-se verdadeiramente o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor (Catecismo da Igreja Católica, 1373-1381). O Santo Sacrifício da Missa é incruento (ou seja, sem sofrimento nem derramamento de sangue), ou seja, é o mesmo e único Sacrifício do Calvário, tornando-se verdadeiramente presente na Santa Missa para que possamos receber os seus frutos e nos alimentar da Carne e do Sangue de Nosso Senhor. Por isso o Sagrado Magistério nos ensina que "o sacrifício de Cristo e o sacrifício da Eucaristia são um único sacrifício." (Catecismo da Igreja Católica, 1367)
É preciso evitar, então, primeiramente as roupas que expõe o corpo de forma escandalosa, como decotes profundos, shorts curtos ou blusas que mostrem a barriga. Mas convém que se evite também tudo o que contraria, como afirma o Catecismo, a alegria, a solenidade e o respeito - isto é, banaliza o momento sagrado.
O bom senso nos mostra, por exemplo, que partindo do princípio da solenidade, é melhor que se use uma calça do que uma bermuda. Ora, na nossa cultura, não se vai a um encontro social solene usando uma bermuda!
O bom senso nos mostra também que, partindo do princípio do respeito e da não-banalização do sagrado, é melhor que se evite roupas que chamam atenção para o corpo ou para elementos não relacionados com a Sagrada Liturgia. É melhor que uma mulher, por exemplo, utilize uma blusa com mangas do que uma blusa de alcinha; é melhor que utilize uma calça discreta, saia ou vestido do que uma calça estilo "mulher-gato" (isto é, apertadíssima); também é melhor que se utilize, por exemplo, uma camisa ou camiseta discreta do que uma camiseta do Internacional ou do Grêmio.
A questão se reveste de uma seriedade ainda maior quando se trata daqueles que exercem funções litúrgicas, tais como os leitores e músicos. Pois estes, além de normalmente estarem mais expostos ao público que os demais, acabam por serem também modelos.
É de acordo com este senso que até a pouco tempo atrás era comum se utilizar a expressão popular "roupa de Missa" ou "roupa de Domingo" como sinônimo da melhor roupa que se tinha. Quanto bem faria aos católicos se esta expressão fosse restaurada!
Quanto aos que afirmam que "o que importa é o coração", vale lembrar que aqui não cabe a aplicação deste princípio, pois isso implicaria colocar-se em contraposição com grandes parte das normas litúrgicas da Santa Igreja, bem como com os diversos sinais e símbolos litúrgicos (paramentos, velas, incenso, gestos do corpo, etc), que partem da necessidade de se manifestar com sinais externos a fé católica à respeito que acontece no Santo Sacrifício da Missa, bem como manifestar externamente a honra devida a Deus. A atitude interna é fundamental, mas desprezar as atitudes externas é um erro.
A este respeito, escreveu o saudoso Papa João Paulo II: "De modo particular torna-se necessário cultivar, tanto na celebração da Missa como no culto eucarístico fora dela, uma consciência viva da Presença Real de Cristo, tendo o cuidado de testemunhá-la com o tom da voz, os gestos, os movimentos, o comportamento no seu todo. (...). Numa palavra, é necessário que todo o modo de tratar a Eucaristia por parte dos ministros e dos fiéis seja caracterizado por um respeito extremo." (Mane Nobiscum Domine, 18)
Concluímos com as palavras de São Josemaria Escrivá em uma de suas fantásticas homilias, recordando seus tempos de infância: "Lembro-me de como as pessoas se preparavam para comungar: havia esmero em arrumar bem a alma e o corpo. As melhores roupas, o cabelo bem penteado, o corpo fisicamente limpo, talvez até com um pouco de perfume. Eram delicadezas próprias de gente enamorada, de almas finas e retas, que sabiam pagar Amor com amor." Afirma ainda: "Quando na terra se recebem pessoas investidas em autoridade, preparam-se luzes, música e vestes de gala. Para hospedarmos Cristo na nossa alma, de que maneira não devemos preparar-nos?" (Homilias sobre a Eucaristia, Ed. Quadrante).

Fonte: http://www.veritatis.com.br/liturgia/6275-como-se-vestir-para-ir-a-santa-missa




 O QUE DIZ O CÓDIGO DE DIREITO CANÔNICO SOBRE O USO DO VÉU?

Até bem pouco tempo atrás, as mulheres eram obrigadas pelo direito canônico a usarem o véu na Igreja.
O Cânon 1262 §2 do Código de Direito Canônico dizia (tradução livre a partir do inglês):
Can. 1262 §2. Os homens, na Igreja ou fora dela, enquanto assistem aos ritos sagrados, devem trazer a cabeça descoberta, a não ser que os costumes aprovados do povo ou circunstâncias peculiares determinem de outra maneira; as mulheres, no entanto, devem trazer a cabeça coberta e estarem vestidas de forma modesta, especialmente quando se aproximarem da mesa da comunhão.
Hoje em dia não é mais assim. O Código de Direito Canônico de 1983 não contém esse preceito. Com efeito, o Código de 1983 abrogou as partes do Código de 1917 que não foram intencionalmente incluídas na nova legislação (incluindo aí o Cânon 1262 §2).
O Cânon 6 §1 do novo código estabelece:
Cân. 6 § 1. Com a entrada em vigor deste Código, são abrogados: 
1º o Código de Direito Canônico promulgado em 1917;
Isso quer dizer, portanto, que as mulheres são livres para usarem o véu na Igreja,mas não são obrigadas a fazê-lo.


terça-feira, 22 de março de 2016

Programação da Semana Santa em Cajueiro Alagoas


PARÓQUIA NOSSA SENHORA DO LIVRAMENTO 
CAJUEIRO ALAGOAS

Programação da Semana Santa 2016

Domingo de Ramos – Dia 20/03/16
06h30min Celebração da Eucaristia, com a Benção dos Ramos na frente da Igreja Matriz.
09h:00min: Batizados, na Igreja Matriz
18h30min: Benção dos Ramos no Santuário de Santo expedito, em seguida, procissão em direção a Igreja de São Benedito, a onde haverá a Celebração da Santa Missa.

Quarta-feira Santa – Dia 23/03/16
18h00min: Via Sacra na Igreja São Benedito. Logo após, a Santa Missa com a Benção da Saúde.

Quinta-feira Santa – Dia 24/03/16
19h00min: Missa Solene do Lava Pés e da Instituição da Eucaristia, na Igreja São Benedito. Em seguida, adoração ao Santíssimo Sacramento.

Sexta-feira Santa – Dia 25/03/16
Dia obrigatório de Jejum e Abstinência.
05h00min: Via Sacra, saindo da Igreja São Benedito.
15h00min: Celebração da Paixão do Senhor na Igreja Matriz. Após, procissão do Senhor morto em direção à Igreja São Benedito. 

Sábado Santo – Dia 26/03/16
Todos deverão trazer uma vela.
20h:00min: Missa Solene da vigília Pascal na Igreja São Benedito.

Domingo da Ressurreição – Dia 27/03/16
07h00min: Missa, pela Manhã.
09h00min: Batizados, na Igreja Matriz.
19h00min: Missa na Igreja são Benedito.



segunda-feira, 14 de março de 2016

Confira Aqui! Os Melhores Momentos da Novena das Mãos Ensanguentadas de Jesus, em Cajueiro Alagoas.






De 01 a 09 de março de 2016, o Grupo de Oração Nossa Senhora do Livramento, da RCC de Cajueiro Alagoas, sob a direcionamento de Padre João Carnaúba realizaram a Novena das Mãos ensanguentadas de Jesus. Foi um momento de muitas bençãos, curas e muitas graças alcançadas. A mesma teve seu encerramento com a Missa das Mãos ensanguentadas de Jesus.