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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Três dioceses do Brasil têm novos bispos nomeados pelo Papa

Garanhus (PE), Campanha (MG) e Alto Solimões (AM) acolherão novos bispos que foram designados pelo Papa 

Da Redação, com Boletim da Santa Sé
Padre Paulo, Dom Pedro e Dom Adolfo, nomeados, respectivamente, para dioceses de Garanhus, Campanha e Alto do Solimões / Foto: Montagem-Arquivo
Padre Paulo, Dom Pedro e Dom Adolfo, nomeados, respectivamente, para dioceses de Garanhus, Campanha e Alto do Solimões / Foto: Montagem-Arquivo
Mudanças no episcopado brasileiro: nesta quarta-feira, 20, o Vaticano anunciou três nomeações de bispos realizadas pelo Papa Francisco. As dioceses que acolhem novos pastores são Garanhus (PE), Campanha (MG) e Alto do Solimões (AM).
Para Garanhus, Francisco nomeou o padre Paulo Jackson Nóbrega de Sousa, do clero da diocese de Patos (MG). Até então, padre Paulo era pároco da paróquia Senhor Bom Jesus do Horto, em Belo Horizonte, capital mineira. Ele também é professor de Sagrada Escritura na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.
Nas outras duas dioceses, houve apenas transferência episcopal. Na diocese de Campanha, foi nomeado como bispo coadjutor Dom Pedro Cunha Cruz, até então bispo auxiliar da arquidiocese do Rio de Janeiro.
Já na microrregião do Amazonas, a diocese de Alto Solimões se despede de Dom Evangelista Alcimar Caldas Magalhães, que apresentou sua renúncia por motivo de idade, fato aceito pelo Papa. Como novo bispo, assumirá Dom Adolfo Zon Pereira, que já é bispo coadjutor nesta mesma diocese.
Fonte:http://noticias.cancaonova.com/tres-dioceses-do-brasil-tem-novos-bispos-nomeados-pelo-papa/

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Rumo ao Jubileu de Ouro da RCC

Em 2017, a Renovação Carismática Católica comemora o seu Jubileu de Ouro. Nesta ocasião, serão celebrados os 50 anos do chamado retiro de Duquesne, fato que desencadeou o Movimento no mundo.

De forma a marcar esta importante marca, os Serviços para a Renovação Carismática Católica Internacional (ICCRS) prepararam um projeto que inclui uma série de iniciativas em torno desse momento. Conheça a visão do ICCRS sobre o Jubileu e os passos que integrarão a celebração dos 50 anos da RCC.
As etapas são bienais, ou seja, a cada dois anos, e tem atividades e objetivos específicos. Veja abaixo.
Rumo ao Jubileu de Ouro da RCC
Um Novo Pentecostes para uma Nova Evangelização
2012-2013
Martyria
Acendendo a Chama
“Eu vos exorto, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, a oferecerdes vossos corpos em sacrifício vivo, santo, agradável a Deus: é este o vosso culto espiritual. Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito.” (Rm 12, 1-2)
Prioridade: Foco na Identidade da RCC
Palavras-chave: Acendendo a chama + Martyria + Renovação + Batismo no Espírito Santo + Evangelização
Eventos do ICCRS: Encontro Mundial de Jovens – Brasil 2012 + Consulta Profética – Jerusalém 2013
Tarefas: Apresentar mais pessoas à experiência do Batismo no Espírito Santo + Passar o fogo para a juventude
2014-2015
Koinonia
Inflamando a Chama
“Por esse motivo, eu te exorto a reavivar a chama do dom de Deus que recebeste pela imposição das minhas mãos. Pois Deus não nos deu um espírito de timidez, mas de fortaleza, de amor e de sabedoria.” (2Tm 1, 6-7)
Prioridade: Foco na Maturidade da RCC
Palavras-chave: Mantendo e espalhando a Chama + Koinonia + Carismática + Formação
Eventos do ICCRS: Evento internacional – Uganda 2014 + Retiro internacional para sacerdotes – Roma 2015
Tarefas: Encorajar pessoas + Liberação dos carismas + Promover a maturidade eclesial + Proteger a Renovação e corrigir erros
2016-2017
Diakonia
Espalhando a Chama
“O Espírito do Senhor está sobre mim, porque me ungiu; e enviou-me para anunciar a boa nova aos pobres, para sarar os contritos de coração, para anunciar aos cativos a redenção, aos cegos a restauração da vista, para pôr em liberdade os cativos, para publicar o ano da graça do Senhor.” (Lc 4, 18-19)
Prioridade: Foco na Influência da RCC
Palavras-chave: Inflamar a chama + Diakonia + Católica + Cultura de Pentecostes + Missão e Evangelização
Eventos do ICCRS: Jubileu de Ouro da RCC – Roma 2017
Tarefas: Mover-se em missão e evangelização + Servir à Igreja + Promover a Cultura de Pentecostes + Transformar a sociedade

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Quaresma e confissão

O sacramento da Penitência ou Confissão é sinal da graça divina para a restituição do pecador na comunhão da Igreja. O objetivo deste sacramento é a reconciliação: reconciliação com Deus, reconciliação com os semelhantes e reconciliação consigo mesmo. O sacramento da penitência é, em primeiro lugar, um anúncio e uma atuação da misericórdia de Deus.

Jesus deu a toda a Igreja o poder de perdoar os pecados. É ela que é ministra da reconciliação. Mas é o Bispo, como sucessor dos Apóstolos e Pastor da Igreja, quem tem primariamente o poder e a autoridade de perdoar os pecados em nome de Cristo e da Igreja. Pelo sacramento da Ordem, ele recebeu este poder em nome da Igreja toda (Jo 21,22). Este poder – que é um serviço ao desígnio do Pai de reconciliar a humanidade com Ele pelo Filho no Espírito – o Bispo compartilha com os presbíteros (= padres), que receberam também o sacramento da Ordem no grau de sacerdotes.
É importante compreender que o padre não é dono do sacramento da Penitência; é ministro (= servidor): ele somente pode perdoar em nome de Cristo e da Igreja. Então, não pode extrapolar o poder a autoridade que a Igreja lhe concedeu. Em relação aos ministros: eles estão sujeitos à lei do sigilo sacramental. Jamais, direta ou indiretamente, o confessor pode revelar algo que ouviu em confissão. Mesmo que não seja pecado, se a informação foi obtida no sacramento, não pode ser utilizada. Um confessor que viole este sigilo está sujeito a severas penas.
Quanto aos efeitos do Sacramento da Penitência, recordemo-nos que o pecado é uma ruptura da comunhão com Deus que nos desarruma interiormente e nos faz romper com os irmãos na fé. O pecado provoca sempre uma ferida não só em nós mesmos, mas também em todo o Corpo de Cristo, que é a Igreja: eu me torno um membro ferido do Corpo de Cristo, prejudicando todo o Corpo do Senhor.
O perdão nos restitui a amizade de Deus, a sua graça em nós, dando-nos a verdadeira paz interior, sendo uma verdadeira ressurreição espiritual. É um renovar a veste branca batismal. É importante notar que essa paz é dada mesmo quando eu não a sinto de modo sensível. Não se trata de sentimentos, mas da realidade do Sacramento, que é ação de Cristo e da Igreja.
O Sacramento também nos reconcilia com a Igreja, comunhão dos irmãos em Cristo, de quem o pecado nos separa. Assim, eu me torno mais forte, pois novamente estou em comunhão com meus irmãos e com a vida da Igreja, que é dada na Palavra do Senhor e nos sacramentos, sobretudo na Eucaristia. É importante notar ainda que a Reconciliação fortalece também a Igreja, pois cada membro seu que é curado de seu pecado fortalece todo o Corpo de Cristo. Todos os pecados têm repercussão na Igreja toda!
A Igreja pede que pelo menos uma vez ao ano, na Páscoa do Senhor, nos confessemos e comunguemos. Aqui, é necessário deixar claro que a Igreja nos pede que “façamos Páscoa” e que essa norma não é quantitativa, mas sim a experiência pascal. Não é uma questão de mínimo! Quem ama não dá o mínimo; procura dar o máximo. Assim, para um cristão consciente e que deseja ter uma vida cristã séria, a celebração da misericórdia deve ser constante e muito mais ainda a participação na Eucaristia, que deveria ser ao menos semanal, pelo domingo, dia do Senhor.
Faço um apelo veemente aos caríssimos sacerdotes, párocos, administradores paroquiais e vigários paroquiais para que intensifiquem a oferta de tempo necessário para o atendimento das confissões auriculares em todo o tempo quaresmal. É função primordial do sacerdote atender as confissões para que os fiéis reencontrem a graça santificante. Isso, além dos “mutirões de confissões” que existem por toda a Arquidiocese, quando os padres vizinhos se ajudam mutuamente nessa ocasião.
Portanto, neste tempo Quaresmal somos chamados à conversão e a anunciar a reconciliação, pois esta deve ser acolhida no coração humano para que possa dar frutos. A resposta do homem é chamada comumente de conversão, ou seja, de volta. Não há reconciliação sem a iniciativa de Deus, mas também não há sem a resposta do homem. O sacramento da Penitência supõe essencialmente um diálogo. Por isso, eis que convido você a renovar sua vida cristã e, neste tempo de conversão, a manifestar o acolhimento da misericórdia ao se aproximar deste belo Sacramento da Penitência.
Cardeal Orani João Tempesta
Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ)


FONTE: CNBB

sábado, 14 de junho de 2014

Discurso do Papa à Renovação Carismática Católica




DISCURSO
Papa Francisco fala aos participantes do 37ª Convocação Nacional da Renovação Carismática Católica Domingo, 1º de junho de 2014


Tradução: Liliane Borges


Queridos irmãos e irmãs !
E espero todos vocês, carismáticos de todo o  mundo, para celebrar, junto com o Papa, o vosso grande jubileu, em Pentecostes de 2017, na Praça São Pedro! Obrigado!

Boletim da Santa Sé
Eu os agradeço pela acolhida. Certamente alguém falou para os organizadores que eu gosto muito dessa música, “Vive Jesus, o Senhor”. Quando eu celebrava na catedral de Buenos Aires a Missa com a Renovação Carismática, após a consagração, e depois de alguns segundos de adoração em línguas, cantávamos esta canção com tanta alegria e com força, como vocês cantaram hoje. Obrigado! Senti-me em casa!
Agradeço a Renovação no Espírito, o I’CCRS e a Fraternidade Católica,  por este encontro com vocês, que me dá tanta alegria. Agradeço também a presença dos primeiros que tiveram uma forte experiência do poder do Espírito Santo, creio que a Paty esteja aqui… Vocês, Renovação Carismática, receberam um grande presente do Senhor. Vocês nasceram de um desejo do Espírito Santo como “uma corrente de graça” na Igreja e para a Igreja. É isto que os define: “uma corrente de graça”.
O primeiro dom do Espírito Santo, qual é? O dom de si mesmo, que é amor e te faz apaixonar-se por Jesus.  E este amor muda a  vida. Por esta razão, se diz “nascer de novo para a vida no Espírito”. Como Jesus disse a Nicodemos. Vocês  receberam  o grande dom da diversidade dos carismas, a diversidade que leva à harmonia do Espírito Santo, ao serviço da Igreja.
Quando penso em vocês carismáticos, me vem a mesma imagem da Igreja, mas de um modo particular: penso em uma grande orquestra, na qual, cada instrumento é diferente do outro, e também as vozes são diferentes, mas todos são necessários para a harmonia da música. São Paulo nos diz, no capítulo 12 da Primeira Carta aos Coríntios.
Portanto, como é uma orquestra, ninguém na Renovação pode pensar em ser mais importante ou maior que o outro, por favor ! Porque, quando alguém de vocês pensa que é mais importante que o outro, maior que o outro, começa a peste! Ninguém pode dizer: “Eu sou o chefe”. Vocês, como toda a Igreja, tem um só chefe, um só Senhor: o Senhor Jesus. Repitam comigo: Quem é o chefe da Renovação? O Senhor Jesus! Quem é o chefe da Renovação? (Os participantes repetem) O Senhor Jesus! E podemos dizer isso com a potência que nos dá o Espírito Santo, porque ninguém pode dizer: “Jesus é o Senhor”, sem o Espírito Santo.
Como vocês devem saber – porque as notícias correm – nos primeiros anos da Renovação Carismática, em Buenos Aires, eu não amava muito esses carismáticos. E eu dizia a eles: “Parecem uma escola de samba!”.  Eu não partilhava da maneira deles rezarem  e  tantas coisas novas que estavam acontecendo na Igreja. Depois disso, eu comecei a conhecê-los e eu finalmente entendi o bem que a Renovação Carismática faz a Igreja. E essa história, que vai desde “escola de samba” para a frente, termina de uma forma especial: alguns meses antes de participar no Conclave, fui nomeado pela Conferência Episcopal,  o assistente espiritual da Renovação Carismática na Argentina.
A Renovação Carismática é uma grande força no serviço do Evangelho, na alegria do Espírito Santo. Você receberam o Espírito Santo que os fez descobrir o amor de Deus por todos os seus filhos e o amor pela Palavra.
Nos primeiros tempos diziam que vocês carismáticos estavam sempre com uma Bíblia, o Novo Testamento … Vocês ainda  fazem isso? [A multidão] Sim! Eu não tenho tanta certeza! Se não, voltem a este primeiro amor, sempre levar no bolso, na bolsa, a Palavra de Deus! E ler um trecho. Sempre com a Palavra de Deus.
Vocês, o povo de Deus, o povo da Renovação Carismática, tenham cuidado para não perder a liberdade que o Espírito Santo vos deu!
O perigo para a Renovação, como costuma dizer sempre, o nosso querido padre Raniero Cantalamessa, é a organização excessiva: o perigo de organização excessiva.
Sim, vocês precisam de organização, mas não percam  a graça de deixar Deus ser Deus! “No entanto, não há maior liberdade do que deixar-se guiar pelo Espírito, renunciando a calcular e controlar tudo, e permitir que Ele nos ilumine, nos guie, nos oriente, nos impulsione para onde Ele quer. Ele sabe o que é necessário em todas as épocas e em todos os momentos. Isso significa ser misteriosamente fecundo!” (Exortação Evangelii Gaudium, 280).
Um outro perigo é o de tornarem-se “controladores” da graça de Deus. Muitas vezes, os responsáveis (eu gosto mais do nome de “servos”) de algum grupo ou algumas comunidades tornam-se, talvez inconscientemente, os administradores da graça, decidindo quem pode receber o oração da efusão no Espírito e quem não pode. Se alguém faz assim, por favor, não façam mais isso, não faça mais isso! Vocês são dispensadores da graça de Deus, e não controladores! Não imponham uma alfândega ao Espírito Santo!
Nos Documentos de Malines, vocês têm um guia, um percurso seguro para não errar o caminho. O primeiro documento é: Orientação teológica e pastoral (1). O segundo é: Renovação Carismática e Ecumenismo, escrito pelo Cardeal Suenes, grande protagonista do Concílio Vaticano II. O terceiro é: Renovação Carismática e serviço ao homem, escrito pelo Cardeal Suenes e por Dom Helder Câmara.
Este é o percurso de vocês: evangelização, ecumenismo espiritual, cuidado com os pobres e necessitados e acolhida dos marginalizados. E tudo isso tendo como base a adoração! O fundamento da Renovação é adorar a Deus!
Me pediram para dizer o que o Papa espera da Renovação.
A primeira coisa é a conversão ao amor de Jesus que muda a vida e faz do cristão uma testemunha do Amor de Deus. A Igreja espera esse testemunho de vida cristã e o Espírito nos ajuda a viver a coerência do Evangelho para a nossa santidade.
Espero de vocês que partilhem com todos, na Igreja, a graça do Batismo no Espírito Santo (expressão que se lê nos Atos dos Apóstolos).
Espero de vocês uma evangelização com a Palavra de Deus que anuncia que Jesus é vivo e ama a todos os homens.
Que vocês deem um testemunho de ecumenismo espiritual com todos os irmãos e irmãs de outras Igrejas e comunidades cristãs que creem em Jesus como Senhor e Salvador.
Que vocês permaneçam  unidos no amor que o Senhor Jesus  pede a nós e a todos os homens, na oração ao Espírito Santo para chegar a esta unidade, que é necessária para a evangelização, em nome de Jesus. Lembrem-se que a “Renovação Carismática é por sua própria natureza ecumênica … a Renovação Católica se alegra com aquilo que o Espírito Santo realiza em outras Igrejas” (1 Malines 5,3 ).
Aproximem-se dos pobres, dos necessitados, para tocar neles, nas feridas de Jesus. Aproximem-se, por favor! Procurem a unidade na Renovação, porque a unidade vem do Espírito Santo e nasce  da  unidade da Trindade. A divisão,  vem de quem? Do demônio! A divisão vem do demônio. Fujam das lutas internas, por favor! Entre vocês, elas não devem existir!
Quero agradecer ao I’CCRS e a Fraternidade Católica, os dois organismos de Direito Pontifício do Pontifício Conselho para os Leigos, a serviço da Renovação mundial, empenhados em  preparar a reunião mundial de padres e bispos, a ser realizada em junho do próximo ano. Eu sei que decidiram compartilhar também  o mesmo escritório e trabalhar em conjunto, como um sinal de unidade e para gerenciar melhor os seus recursos. Estou muito satisfeito. Eu também quero agradecer-lhes, porque já estão organizando o Grande Jubileu do 2017.
Irmãos e irmãs, recordem: adorar a Deus, o Senhor! Este é o fundamento! Adorar a Deus. Busquem a santidade na nova vida do Espírito Santo. Sejam dispensadores da graça de Deus. Evitem o perigo da excessiva organização.
Saiam pelas ruas para evangelizar, anunciando o Evangelho. Recordem que a Igreja nasceu “em saída”, naquela manhã de Pentecostes. Aproximem-se dos pobres e toquem neles, nas feridas de Jesus. Deixai-vos guiar pelo Espírito Santo, com  liberdade; e por favor, não engaiolem o Espírito Santo! Com liberdade!
Busquem a unidade da Renovação, unidade que vem da Trindade!
Fonte: http://papa.cancaonova.com/discurso-do-papa-a-renovacao-carismatica-catolica/

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Milagre eucarístico de Buenos Aires e o Papa Francisco.


Em 1996, o Papa Francisco, então Cardeal Jorge Bergoglio, Arcebispo de Buenos Aires, conduziu verificação para comprovar milagre eucarístico acontecido na capital argentina. O chamado milagre eucarístico de Buenos Aires ocorreu quando uma hóstia consagrada tornou-se carne e sangue, o Cardeal ordenou que se chamasse um fotógrafo profissional

 para tirar fotos do acontecimento para que os fatos não se perdessem. Depois foram conduzidas pesquisas de laboratório coordenadas pelo Dr. Castañón.
“Os estudos mostram que a matéria colhida da hóstia era uma parte do ventrículo esquerdo, músculo do coração de uma pessoa com cerca de 30 anos, sangue tipo AB, que tivesse sofrido muito com a morte, tendo sido golpeado e espancado. Os cientistas que realizaram o exame não sabiam que era material proveniente de uma hóstia consagrada, isso só lhes foi revelado após a análise, e foram surpreendidos porque haviam encontrado glóbulos vermelhos e brancos pulsando durante a análise, como se o material tivesse sido colhido direto de um coração ainda vivo.”
“As l0h de 18 de agosto, o padre Alejandro Pezer celebrava a santa Missa em uma igreja no centro comercial de Buenos Aires. Como estava já terminando a distribuição da sagrada comunhão, uma mulher veio até a ele e informou que tinha encontrado uma hóstia descartada em um candelabro na parte de trás da igreja. No lugar indicado, o Padre viu a hóstia profanada. Como ele não pudesse consumi-la, colocou-a em uma tigela com água, como manda a norma local, e colocou-a no Santuário da Capela do Santíssimo Sacramento, aguardando que dissolvesse na água.”
“Na segunda-feira 26, ao abrir o Tabernáculo, viu com espanto que a hóstia havia se tornado uma substância sangrenta. Relatou o fato então ao Arcebispo local, Cardeal Dom Jorge Bergoglio, que determinou que a hóstia fosse fotografada profissionalmente. As fotos foram tiradas em 6 de setembro de 1996. Mostram claramente que a hóstia, que se tornou um pedaço de carne sangrenta, tinha aumentado consideravelmente de tamanho.”
“Durante anos a hóstia permaneceu no tabernáculo e o acontecimento foi mantido segredo. A hóstia não sofreu decomposição visível, o Cardeal Bergólio decidiu mandar analisá-la cientificamente. Uma amostra do tecido foi enviando para um laboratório em Buenos Aires. O laboratório relatou ter encontrado células vermelhas e brancas do sangue do tecido de um coração humano. O laboratório também informou que apresentava características de material ainda vivo, com as células pulsantes como se estivesse em um coração.”
“Em l999, foi solicitado ao Dr. Ricardo Castañón Gomez que realizasse exames adicionais. Em 5 de outubro de 1999, na presença de representantes do Cardeal Bergoglio, o Dr. Castañón retirou amostras do tecido ensanguentado e enviou a Nova York para análises complementares. Para não prejudicar o estudo, propositalmente não foi informado à equipe de cientistas a sua verdadeira origem. O laboratório relatou que a amostra foi recebida do tecido do músculo do coração de um ser humano ainda vivo.”
“Cinco anos mais tarde, o Dr. Gomez chegou à seguinte conclusão: ‘O material é fragmento do músculo cardíaco que se encontra na parede ventrículo esquerdo, bombeia sangue para todas as partes do corpo. O músculo tinha uma condição inflamatória e um grande número de células brancas do sangue, o que indica que o coração estava vivo no momento da colheita da amostra, já que as células brancas do sangue morrem fora de um organismo vivo. Além do mais, essas células brancas do sangue haviam penetrado no tecido, o que indica ainda que o coração estava sob estresse severo, como se o proprietário tivesse sido espancado.’”
“Evidentemente, foi uma grande surpresa para o cardiologista saber a origem do tecido. Dois australianos, o cientista Mike Willesee e o advogado Ron Tesoriero, testemunharam os testes. Ao saberem de onde a amostra tinha sido recolhida, demonstraram grande surpresa. Willesee perguntou ao médico por quanto tempo as células brancas do sangue teriam permanecido vivas se tivessem vindo de um pedaço de tecido humano que permaneceu na água. “Elas deixariam de existir em questão de minutos”, disse o Dr. Zugibe. O médico foi então informado que a amostra fora deixada em água durante um mês e, em seguida, durante três anos água destilada.”
“O Dr. Willesee declarou que não há maneira de explicar cientificamente este fato: “Como e por que uma Hóstia Consagrada pode mudar e tornar-se Carne e Sangue humanos? Permanece um mistério inexplicável para a ciência.”