sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Em Viçosa-Alagoas Cerco de Jericó 2013; Momento Família - RCC de Cajueiro - AL

































Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade.


Por Luis Fernando Veríssimo

Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A nova edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo.
Impossível assistir ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros… todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterossexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE.
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB. Ele prometeu um “zoológico humano divertido”. Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis? Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores) , carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados.
Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo dia.
Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna. Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, Ongs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).
Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais.
E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a “entender o comportamento humano”. Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por de tra$$$$$$$$$ $$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? (Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores).
Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores. Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa…, ir ao cinema…. , estudar… , ouvir boa música…, cuidar das flores e jardins… , telefonar para um amigo… ,·visitar os avós… , pescar…, brincar com as crianças… , namorar… ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Confraternização 2012

Os servos da RCC de Cajueiro, se reuniram para a confraternização de fim de ano, onde louvaram e agradeceram ao Senhor por mais um ano de missão em Cajueiro. " Foi um momento lindo onde os servos se alegram... Diz o Coordenador José Jadilson.
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

RCC NO PARQUE

                                         A ALEGRIA DO SENHOR É A NOSSA FORÇA !


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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

O que a Igreja Católica pensa sobre o “fim do mundo”?



Nos últimos dias multiplicaram-se nos meios de comunicação artigos dedicados ao presumível fim do mundo” que, segundo alguns intérpretes do calendário Maya, coincidiria justamente com esta sexta-feira.
Deixando de lado a pouca seriedade da previsão, o que impressiona é o fato que o 21 de dezembro se dá no período litúrgico do Advento. Trata-se de uma circunstância que se presta a uma reflexão, desta vez séria, sobre o “fim dos tempos” segundo a doutrina cristã.
A reflexão é do docente de Teologia Sistemática da faculdade teológica do norte da Itália, Mons. Giacomo Canobbio, entrevistado pela Rádio Vaticano:
Mons. Giacomo Canobbio:- “Parece-me que essas notícias, que estimulam a curiosidade de muitas pessoas, não somente são desprovidas de todo e qualquer fundamento, mas expressam uma espécie de desejo das pessoas de dominar o tempo, de controlá-lo, porque se dão conta de que é a única coisa que não se consegue de modo algum dominar. A ilusão de poder estabelecer uma data para o fim do mundo já foi, de certo modo, “desfeita” pelo próprio Cristo quando, nos Atos dos Apóstolos, os discípulos perguntam a Jesus: “Mas este é o tempo em que estabelecerá o Reino de Israel?”. A resposta de Jesus é muito clara: “Não cabe a vocês conhecer o tempo nem o momento, porque isto é determinado pelo meu Pai. Portanto, como Jesus mesmo diz no Evangelho segundo São Marcos, “somente o Pai sabe a hora”.”

RV: Porém, como podemos olhar para a segunda vinda de Jesus Cristo, para esse fim dos tempos, que faz parte da nossa fé…
Mons. Giacomo Canobbio:- “Se nos colocarmos na perspectiva de que o Senhor é o Salvador, devemos esperá-lo com confiança. Isso não significa que, então, podemos viver superficialmente. Portanto, também a dimensão do juízo deve ser levada em consideração, todavia, não na perspectiva da ameaça, mas, sobretudo, na perspectiva do questionar a si próprio: “Estou eu correspondendo à salvação que o Senhor Jesus quer conceder-me e me concede a cada dia?”. Nesse sentido, parece-me que a perspectiva se desloca para a relação que o fiel tem com o Senhor: é uma relação ao mesmo tempo purificadora – eis o sentido do juízo – e que porta a cumprimento. Certamente, este mundo é frágil, e o vemos continuamente, inclusive do ponto de vista físico e biológico, mas isso não significa que haverá uma destruição catastrófica. Daquilo que podemos colher na Escritura, será uma transformação em um mundo correspondente ao desejo que Deus colocou dentro de nós.” (RL)

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Jornal vê ligação de game (Call of Duty) com massacre em escola americana.


Para o tabloide britânico The Sun, um dos possíveis culpados pelo massacre na escola norte americana, deixando 26 mortos, pode ser o jogo de tiro em primeira pessoa, Call of Duty.
A tragédia aconteceu na última sexta-feira, quando o jovem Adam Lanza, de 20 anos, abriu fogo em uma escola infantil da cidade de Newton, Connecticut, provocando a morte de 20 crianças.
Segundo apuração do tabloide, Adam era obcecado por Call of Duty, chegando a passar horas no porão jogando jogos descritos pelo jornal como “games sanguinolentos”. Quem forneceu essa informação foi o encanador Peter Wlasuk, que costumava realizar consertos na casa da mãe do jovem.
Segundo Wlasuk, Adam “tinha um pôster para cada equipamento militar que os Estados Unidos já fizeram”. Ele ainda revelou que o adolescente tinha extenso conhecimento sobre armamento antigo e que Call of Duty foi determinante na natureza do massacre, pois as armas utilizadas por Adam eram as mesmas em que usava no jogo.
A reportagem no The Sun ainda procurou a opinião de uma especialista em crianças e educação. A psicóloga Teresa Bliss disse que “não é saudável que crianças vejam pessoas destruindo outras pessoas” e que não se pode ignorar o tipo de efeito que jogos do tipo causam em jovens.
Desde o lançamento da nova versão de Call of Duty, o tabloide vem elogiando o game e dedicando atenção a eventos ligados ao jogo. No entanto, na matéria divulgada nesta terça-feira, 18, não houve nenhuma tentativa de contato com a produtora Activision, a fim de trabalhar o assunto pelo outro lado da história.