sábado, 5 de janeiro de 2013
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
O que a Igreja Católica pensa sobre o “fim do mundo”?
Nos últimos dias multiplicaram-se nos meios de comunicação artigos dedicados ao presumível fim do mundo” que, segundo alguns intérpretes do calendário Maya, coincidiria justamente com esta sexta-feira.
Deixando de lado a pouca seriedade da previsão, o que impressiona é o fato que o 21 de dezembro se dá no período litúrgico do Advento. Trata-se de uma circunstância que se presta a uma reflexão, desta vez séria, sobre o “fim dos tempos” segundo a doutrina cristã.
A reflexão é do docente de Teologia Sistemática da faculdade teológica do norte da Itália, Mons. Giacomo Canobbio, entrevistado pela Rádio Vaticano:
Mons. Giacomo Canobbio:- “Parece-me que essas notícias, que estimulam a curiosidade de muitas pessoas, não somente são desprovidas de todo e qualquer fundamento, mas expressam uma espécie de desejo das pessoas de dominar o tempo, de controlá-lo, porque se dão conta de que é a única coisa que não se consegue de modo algum dominar. A ilusão de poder estabelecer uma data para o fim do mundo já foi, de certo modo, “desfeita” pelo próprio Cristo quando, nos Atos dos Apóstolos, os discípulos perguntam a Jesus: “Mas este é o tempo em que estabelecerá o Reino de Israel?”. A resposta de Jesus é muito clara: “Não cabe a vocês conhecer o tempo nem o momento, porque isto é determinado pelo meu Pai. Portanto, como Jesus mesmo diz no Evangelho segundo São Marcos, “somente o Pai sabe a hora”.”
RV: Porém, como podemos olhar para a segunda vinda de Jesus Cristo, para esse fim dos tempos, que faz parte da nossa fé…
Mons. Giacomo Canobbio:- “Se nos colocarmos na perspectiva de que o Senhor é o Salvador, devemos esperá-lo com confiança. Isso não significa que, então, podemos viver superficialmente. Portanto, também a dimensão do juízo deve ser levada em consideração, todavia, não na perspectiva da ameaça, mas, sobretudo, na perspectiva do questionar a si próprio: “Estou eu correspondendo à salvação que o Senhor Jesus quer conceder-me e me concede a cada dia?”. Nesse sentido, parece-me que a perspectiva se desloca para a relação que o fiel tem com o Senhor: é uma relação ao mesmo tempo purificadora – eis o sentido do juízo – e que porta a cumprimento. Certamente, este mundo é frágil, e o vemos continuamente, inclusive do ponto de vista físico e biológico, mas isso não significa que haverá uma destruição catastrófica. Daquilo que podemos colher na Escritura, será uma transformação em um mundo correspondente ao desejo que Deus colocou dentro de nós.” (RL)
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Jornal vê ligação de game (Call of Duty) com massacre em escola americana.
Para o tabloide britânico The Sun, um dos possíveis culpados pelo massacre na escola norte americana, deixando 26 mortos, pode ser o jogo de tiro em primeira pessoa, Call of Duty.
A tragédia aconteceu na última sexta-feira, quando o jovem Adam Lanza, de 20 anos, abriu fogo em uma escola infantil da cidade de Newton, Connecticut, provocando a morte de 20 crianças.
Segundo apuração do tabloide, Adam era obcecado por Call of Duty, chegando a passar horas no porão jogando jogos descritos pelo jornal como “games sanguinolentos”. Quem forneceu essa informação foi o encanador Peter Wlasuk, que costumava realizar consertos na casa da mãe do jovem.
Segundo Wlasuk, Adam “tinha um pôster para cada equipamento militar que os Estados Unidos já fizeram”. Ele ainda revelou que o adolescente tinha extenso conhecimento sobre armamento antigo e que Call of Duty foi determinante na natureza do massacre, pois as armas utilizadas por Adam eram as mesmas em que usava no jogo.
A reportagem no The Sun ainda procurou a opinião de uma especialista em crianças e educação. A psicóloga Teresa Bliss disse que “não é saudável que crianças vejam pessoas destruindo outras pessoas” e que não se pode ignorar o tipo de efeito que jogos do tipo causam em jovens.
Desde o lançamento da nova versão de Call of Duty, o tabloide vem elogiando o game e dedicando atenção a eventos ligados ao jogo. No entanto, na matéria divulgada nesta terça-feira, 18, não houve nenhuma tentativa de contato com a produtora Activision, a fim de trabalhar o assunto pelo outro lado da história.
Filme “O Hobbit” é Católico e atrai fãs por ser fiel à carga religiosa da saga de Tolkien, afirma editor de revista.
Luís Antônio Giron, na Época
Ao assistir ao filme O Hobbit – uma jornada inesperada, do diretor neozelandês Peter Jackson, senti a mesma alucinação recorrente que tive quando vi os três filmes de O senhor dos Anéis, também de Jackson, no início da década passada. O ambiente concebido pelo escritor inglês J.R.R. Tolkien e recriado em alta tecnologia digital (filmagem em 3D e 48 quadros por segundo) por Peter Jackson é o dos romances da Idade Média, com seus cavaleiros, senhores de territórios fragmentários, o amor cortês, o misticismo ardente e superstições materializadas em seres fantásticos.
Mas voltemos à alucinação. Consigo perceber uma cruz invisível atravessando todas as sequências. A cruz não se encontra estampada nos trajes dos elfos e não está fincada no topo da Montanha Solitária, mas é como estivesse lá, sub-reptícia, uma marca d’água. É como se Tolkien houvesse subtraído o símbolo mais ostensivo do Cristianismo – talvez porque fora utilizado militarmente durante as Cruzadas – para que viessem à tona os valores que a cruz oculta e ofusca.
Assim, o jogo de ausência e presença simbólica da religião no filme e na obra de Tolkien é tão sutil como insidioso. Não apenas Tolkien faz uma defesa dos fundamentos cristãos, como sobretudo enfatiza a beleza e a aura divina do catolicismo. Isso se dá não só porque Tolkien era um católico fervoroso que trabalhou ao abrigo da Universidade Oxford – assim como seu amigo C.S. Lewis, autor das Crônicas de Nárnia, outra manifestação católica sob a forma de alegoria fantástica. Tolkien e Lewis acreditavam na literatura como um estágio necessário para a transformação espiritual da humanidade e sua elevação aos rituais mais belos… que se encontram no Vaticano, cuja origem está na ritualística pomposa do Império Romano.
Tolkien fez o seu catolicismo penetrar no romance O Hobbit (1937) e na sua sequência, a trilogia de romancesSenhor dos Anéis (1954-1955). Embora ele quisesse, no fim das contas, narrar uma boa história, esperava que seus leitores evoluíssem espiritualmente com ela. Dizia que um dos objetos “subcriativos” de seu projeto era “a elucidação da verdade, e o encorajamento da boa moral neste mundo real, através do antigo artifício de exemplificá-las em personificações pouco conhecidas, que podem tender a prová-las”. A citação está no livroEncontrando Deus em O Hobbit (Thomas Nelson, 200 páginas, R$ 29,90), de tolkienólogo Jim Ware, um dos muitos lançamentos “místicos” e de autoajuda (ou autoilusão) na esteira do lançamento do filme de Peter Jackson. Jim Ware diz que garante que o leitor “vai encontrar Deus” ao ler O Hobbit. Talvez isso seja difícil. Mais fácil é encontrar os preceitos da Cúria Romana na saga.
Aqui me permito um desvio sobre a composição das obras, que ajudará a compreender melhor o processo criativo e a crença de Tolkien. O Hobbit é um prelúdio da trilogia do Anel, e nesse sentido mantém um estreito parentesco espiritual e estrutural com a tetralogia operística O Anel dos Nibelungos (1876), de Richard Wagner, com seu prólogo e a saga dos deuses dominados pelo ouro do rio Reno (Wagner foi acusado por Nietzsche de se render ao catolicismo bávaro ao fim da vida).
No ensaio Explorando o universo do Hobbit (Lafonte, 258 páginas, R$ 29,90), o medievalista (como Tolkien) Corey Olsen afirma que Tolkien revisou O Hobbit, pensado inicialmente como um livro infantil, com o objetivo de ampliar a história da Terra-média e inseri-lo na composição final de Senhor dos Anéis. Alterou, por exemplo, o encontro do Gollum com Bilbo Bolseiro, para que o achado do anel ganhasse mais consistência. Na versão original, Bilbo, um depositório inconsciente da ética católica, apossou-se do anel e se despediu do Gollum de maneira amistosa, não sem uma dose de culpa, já que o Gollum não havia notado o furto. Na nova versão, o Gollum percebe-o e jura odiar para sempre o hobbit. O ódio se torna um alicerce para a trama levada adiante pelo sobrinho de Bilbo, Frodo, em O Senhor dos Anéis. Curiosamente, Peter Jackson faz quase a mesma coisa: ele seguiu Tolkien para encaixar O Hobbit como prelúdio a Senhor dos Anéis. Mesmo assim, Jackson desrespeitou a organização da obra para prolongar O Hobbit em três filmes – o que tornou o primeiro longa-metragem arrastado e repleto de flash-backs irritantemente explicativos.
A organização retroativa proposta por Tolkien fornece às aventuras dos hobbits, anões, elfos, trolls, magos e orcs um qualidade arquitetônica. Sua tetralogia como que derrete a ordem perfeita da Catedral de São Pedro no Vaticano para reencenar com suas figuras, alegorias e simbologia uma aventura de revelação em um ambiente alienígena, em uma geografia imaginária.
No mapa de Tolkien ingressam transfigurados os princípios elementares do catolicismo. Assim como a viagem de Gandalf, Bilbo (interpretado no filme pelo ator inglês e católico Martin Freeman) e os 13 anões é uma representação da volta à Terra Prometida (os anões pertencem a um povo valoroso, porém espoliado de seus tesouros pelo dragão Smaug), abençoada por um hobbit bondoso, a história da peregrinação a Mordor e a devolução do anel pode ser lida como uma alegoria do Evangelho encoberta sob o manto da fábula. Pode-se deduzir que O Hobbit é o Velho Testamento; Senhor dos Anéis, o Novo. Todos os volumes da história da Terra-média de Tolkien (Os filhos de Húrin, O Silmarilion etc.) compõem uma versão fabulosa e medievalesca da Vulgata Latina, a tradução da Bíblia para o Latim feita por São Jerônimo no século III d.C., considerada o texto oficial das Sagradas Escrituras pelo Vaticano.
Além dessas transposições, é possível identificar quatro aspectos mais evidentes do Catolicismo no enredo de O Hobbit e Senhor dos Anéis. Em primeiro lugar, Bilbo, um hobbit aparentemente conformista, torna-se o escolhido para viver uma aventura: seguir com os anões à Montanha Solitária, atravessando terras ermas e perigosas, para enganar Smaug e restituir o tesouro e a terra aos seus donos originais. Trata-se, portanto, de uma jornada iniciática. “No final, você não será o mesmo”, avisa Gandalf. Bilbo irá conquistar o anel, ficar rico e atingir a espiritualidade. É o mesmo percurso exigido ao católico, que galga os degraus rumo à perfeição, do batismo à extrema-unção na vida profana e, na sacerdotal, do noviciado à sagração como bispo e até mesmo papa.
Um dos pré-requisitos para Bilbo e amigos seguirem adiante é a obediência. Dessa forma, se fazem presentes a submissão e até mesmo a admiração de todos os personagens “bons” a uma hierarquia imperial, a um poder central liderado pelo Papa, o mandatário direto de Deus na Terra, segundo a Igreja Católica. Como a cruz, não há um papa explícito em O Hobbit, mas Gandalf parece ser o mais próximo de empunhar o cajado e a cruz de São Pedro. Ou Bilbo, a longo prazo.
As virtudes teologais, em terceiro lugar, são o motor da trama de combate ao Mal: Fé, Esperança e Caridade. Bilbo reúne-as como nenhum outro personagens. Mesmo quando tomar para si o anel, usa seu poder para reforçar a fé entre os companheiros de jornada.
Desse modo, quando o objetivo dos justos contra os ímpios está próximo a ser alcançado, contará o quarto e maior elemento católico da história de Tolkien: a Divina Providência. É ela que vem resgatar o herói nos instantes de maior perigo. Como na terra dos orcs, quando águias gigantes salvam os anões liderados por Thórin e Bilbo da morte. As águias simbolizam ali o Espírito Santo, parte da Santíssima Trindade, ao lado do Pai e do Filho. A Divina Providência retornará ao longo de O Hobbit e Senhor dos Anéis para organizar os reinos caóticos da Terra-média.
Bilbo e companheiros fazem o papel de apóstolos. São soldados de Cristo em uma Cruzada, ainda que sem cruz. Eles conduzem o leitor e o espectador às altas esferas da crença, para assim promover sua conversão por meio da catequese. No entanto, à parte a crença e persuasão doutrinária, o texto de Tolkien consiste em uma peça artística, uma narrativa de ficção, onde as leis da lógica são alteradas. E é na fantasia que o aspecto mais profundo do catolicismo de Tolkien se revela, na crença de que o reino deste mundo é maléfico. Assim, Mordor ou Ereborn, os reinos caóticos deste mundos, não valem a pena ser conquistados, pois o reino está em outro lugar, no plano espiritual e divino. Nem mesmo o Condado do Bolsão, onde moram os hobbits, é recomendável. “Meu reino não é deste mundo”, poderia dizer o mago Gandalf, ecoando Jesus Cristo.
No entanto, apesar de poder ser compreendida como páginas de doutrinação religiosa, a experiência mais enriquecedora é ler e ver O Hobbit e Senhor dos Anéis como obra de arte literária e cinematográfica. Tolkien parece demonstrar a observação do escritor argentino Jorge Luis Borges, segundo o qual a metafísica (e, por extensão, a religião) deve constituir uma subcategoria da literatura fantástica.
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
NÃO TENHA VERGONHA DE DIZER: EU TE AMO.
Em
frente de casa, jogavam bolinhas de gude.
Quando Júlio o menino mais novo disse ao irmão Ricardo:
- Meu querido irmão, eu te amo muito e nunca quero me separar de você!
Ricardo sem dar muita importância ao que Júlio disse, pergunta:
- O que deu em você moleque? Que conversa besta
é essa de amar? Quer calar a boca e continuar jogando?
E os dois continuaram jogando a tarde inteira até anoitecer.
À noite o senhor João, pai dos garotos chegou do
trabalho, estava exausto e muito mal humorado, pois não havia conseguido
fechar um negócio importante.
Ao entrar,João olhou para Júlio que sorriu para
pai e disse: - Olá papai, eu te amo muito e não quero nunca me separar do senhor!
João no auge de seu mal humor e stress disse:
- Júlio, estou exausto e nervoso, então por favor não me venha com besteiras!
Com as palavras ásperas do pai, Júlio ficou magoado e foi chorar no
cantinho do quarto. Dona Ana, mãe dos garotos sentindo a falta do filho
foi procurá-lo pela casa, até que o encontrou no quarto e o viu no cantinho do quarto com os olhinhos cheios de lágrimas. Dona Ana espantada começou a enxugar
as lágrimas do filho e perguntou:
- O que foi Júlio, porque choras?
Júlio olhou para a mãe, com uma expressão triste e lhe disse:
- Mamãe, eu te amo muito e não quero nunca me
separar da senhora!
Dona Ana sorriu para o filho e lhe disse:
- Meu amado filho, ficaremos sempre juntos!
Júlio sorriu, deu um beijo na mãe e foi se deitar.
No quarto do casal, ambos se preparando para se deitar,
Dona Ana pergunta para seu marido:
- João, o Júlio está muito estranho hoje, não acha?
João muito estressado com o trabalho disse a esposa:
- Esse moleque só está querendo chamar a
atenção... Deita e dorme mulher!
Então todos se recolheram e todos dormiam sossegados.
Às 2 horas da manhã, Júlio se levanta vai ao
quarto de seu irmão Ricardo e fica observando o irmão dormir...
Ricardo incomodado com a claridade acorda e grita com Júlio:
- Seu louco, apaga essa luz e me deixa dormir!
Júlio em silêncio obedeceu o irmão, apagou a luz e se dirigiu ao quarto dos pais...
Chegando ao quarto de seus pais acendeu a luz e ficou observando seu pai e
sua mãe dormirem.
O senhor João acordou e perguntou ao filho:
- O que aconteceu Júlio?
Júlio em silencio só balançou a cabeça em sinal negativo, respondendo ao
pai que nada havia ocorrido.
Daí o senhor João irritado perguntou ao Júlio:
- Então o que foi moleque?
Júlio continuouem
silêncio. João já muito irritado berrou com Júlio:
- Então vai dormir seu doente!
Júlio apagou a luz do quarto se dirigiu ao seu quarto e se deitou.
Na manhã seguinte todos se levantaram cedo, o senhor João iria trabalhar, a
dona Ana levaria as crianças para a escola e Ricardo e Júlio iriam à
escola... Mas Júlio não se levantou. Então o senhor João, que já estava
muito irritado com Júlio, entra bufando no quarto do garoto e grita:
- Levanta seu moleque vagabundo!
Júlio nem se mexeu.
Então João avança sobre o garoto e puxa com força o cobertor do menino com o braço direito levantado pronto para lhe dar um tapa quando percebe que Júlio estava com os olhos fechados e que estava pálido. João assustado
colocou a mão sobre o rosto de Júlio e pôde notar que seu filho estava gelado.
Desesperado João gritou chamando a esposa e o filho Ricardo para ver o que
havia acontecido com Júlio...
Infelizmente o pior. Júlio estava morto e sem qualquer motivo aparente.
Dona Ana desesperada abraçou o filho morto e não conseguia nem respirar
de tanto chorar. Ricardo desconsolado segurou firme a mão do irmão e só
tinha forças para chorar também.
João em desespero soluçando e com os olhos cheios de lágrimas, percebeu que havia um papelzinho dobrado nas pequenas mãos de Júlio.
João então pegou o pequeno pedaço de papel e havia algo escrito com a letra de Júlio.
"Outra noite Deus veio falar comigo através de um sonho, disse a mim que
apesar de amar minha família e dela me amar, teríamos que nos separar.
Eu não queria isso, mas Deus me explicou que seria necessário.
Não sei o que vai acontecer mas estou com muito medo.
Gostaria que ficasse claro apenas uma coisa:
- Ricardo, não se envergonhe de amar seu irmão.
- Mamãe, a senhora é a melhor mãe do mundo.
- Papai, o senhor de tanto trabalhar se esqueceu de viver.
- Eu amo todos vocês!"
Quando Júlio o menino mais novo disse ao irmão Ricardo:
- Meu querido irmão, eu te amo muito e nunca quero me separar de você!
Ricardo sem dar muita importância ao que Júlio disse, pergunta:
- O que deu em você moleque? Que conversa besta
é essa de amar? Quer calar a boca e continuar jogando?
E os dois continuaram jogando a tarde inteira até anoitecer.
À noite o senhor João, pai dos garotos chegou do
trabalho, estava exausto e muito mal humorado, pois não havia conseguido
fechar um negócio importante.
Ao entrar,João olhou para Júlio que sorriu para
pai e disse: - Olá papai, eu te amo muito e não quero nunca me separar do senhor!
João no auge de seu mal humor e stress disse:
- Júlio, estou exausto e nervoso, então por favor não me venha com besteiras!
Com as palavras ásperas do pai, Júlio ficou magoado e foi chorar no
cantinho do quarto. Dona Ana, mãe dos garotos sentindo a falta do filho
foi procurá-lo pela casa, até que o encontrou no quarto e o viu no cantinho do quarto com os olhinhos cheios de lágrimas. Dona Ana espantada começou a enxugar
as lágrimas do filho e perguntou:
- O que foi Júlio, porque choras?
Júlio olhou para a mãe, com uma expressão triste e lhe disse:
- Mamãe, eu te amo muito e não quero nunca me
separar da senhora!
Dona Ana sorriu para o filho e lhe disse:
- Meu amado filho, ficaremos sempre juntos!
Júlio sorriu, deu um beijo na mãe e foi se deitar.
No quarto do casal, ambos se preparando para se deitar,
Dona Ana pergunta para seu marido:
- João, o Júlio está muito estranho hoje, não acha?
João muito estressado com o trabalho disse a esposa:
- Esse moleque só está querendo chamar a
atenção... Deita e dorme mulher!
Então todos se recolheram e todos dormiam sossegados.
Às 2 horas da manhã, Júlio se levanta vai ao
quarto de seu irmão Ricardo e fica observando o irmão dormir...
Ricardo incomodado com a claridade acorda e grita com Júlio:
- Seu louco, apaga essa luz e me deixa dormir!
Júlio em silêncio obedeceu o irmão, apagou a luz e se dirigiu ao quarto dos pais...
Chegando ao quarto de seus pais acendeu a luz e ficou observando seu pai e
sua mãe dormirem.
O senhor João acordou e perguntou ao filho:
- O que aconteceu Júlio?
Júlio em silencio só balançou a cabeça em sinal negativo, respondendo ao
pai que nada havia ocorrido.
Daí o senhor João irritado perguntou ao Júlio:
- Então o que foi moleque?
Júlio continuou
- Então vai dormir seu doente!
Júlio apagou a luz do quarto se dirigiu ao seu quarto e se deitou.
Na manhã seguinte todos se levantaram cedo, o senhor João iria trabalhar, a
dona Ana levaria as crianças para a escola e Ricardo e Júlio iriam à
escola... Mas Júlio não se levantou. Então o senhor João, que já estava
muito irritado com Júlio, entra bufando no quarto do garoto e grita:
- Levanta seu moleque vagabundo!
Júlio nem se mexeu.
Então João avança sobre o garoto e puxa com força o cobertor do menino com o braço direito levantado pronto para lhe dar um tapa quando percebe que Júlio estava com os olhos fechados e que estava pálido. João assustado
colocou a mão sobre o rosto de Júlio e pôde notar que seu filho estava gelado.
Desesperado João gritou chamando a esposa e o filho Ricardo para ver o que
havia acontecido com Júlio...
Infelizmente o pior. Júlio estava morto e sem qualquer motivo aparente.
Dona Ana desesperada abraçou o filho morto e não conseguia nem respirar
de tanto chorar. Ricardo desconsolado segurou firme a mão do irmão e só
tinha forças para chorar também.
João em desespero soluçando e com os olhos cheios de lágrimas, percebeu que havia um papelzinho dobrado nas pequenas mãos de Júlio.
João então pegou o pequeno pedaço de papel e havia algo escrito com a letra de Júlio.
"Outra noite Deus veio falar comigo através de um sonho, disse a mim que
apesar de amar minha família e dela me amar, teríamos que nos separar.
Eu não queria isso, mas Deus me explicou que seria necessário.
Não sei o que vai acontecer mas estou com muito medo.
Gostaria que ficasse claro apenas uma coisa:
- Ricardo, não se envergonhe de amar seu irmão.
- Mamãe, a senhora é a melhor mãe do mundo.
- Papai, o senhor de tanto trabalhar se esqueceu de viver.
- Eu amo todos vocês!"
CONCLUSÃO
Quantas vezes não temos tempo para parar e amar, e receber o amor que nos é ofertado?
Talvez quando acordarmos possa ser tarde . Muita gente vai entrar e sair da sua vida, mas somente verdadeiros amigos deixarão marcas em seu coração!
Para se segurar, use a cabeça;
Para segurar os outros, use o coração.
Ódio é apenas uma curta mensagem de perigo.
Fonte: http://www.reflexaodevida.com.br/213dizereuteamo.htm
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Aparição de Nossa Senhora e o Milagre Eucarístico, em Naju, Coréia do Sul, 1985.
Em Naju, Coréia, no dia 24 de
Novembro 1994, uma jovem chamada Júlia, teve a eucaristia transformada em carne
e sangue dentro da sua boca enquanto o padre colocava a hóstia consagrada sobre
a sua língua. Estavam ali muitas testemunhas. Os milagres voltaram a acontecer
diversos dias nos anos seguintes.
CONHEÇA ESSA EMOCIONANTE HISTÓRIA DE FÉ E AMOR:
A PROVA DEFINITIVA.
O CRIADOR
quis provar ao mundo através de Júlia Kim, que a Eucaristia é o fundamento da
união dos cristãos entre si e com DEUS. Porque
esta EUCARISTIA é o próprio DEUS.
O PAI
ETERNO por meio da Vidente demonstra de maneira viva e inquestionável, que na Santa Missa, acontece
verdadeiramente o fenômeno da"Transubstanciação”, ou seja, as espécies de pão e vinho são
transformadas pelo ESPÍRITO SANTO em Corpo, Sangue, Alma e Divindade do SENHOR,
permanecendo contudo, a aparência das mesmas espécies de pão e vinho.
De modo
maravilhoso, para provar esta Verdade, o
CRIADOR providenciou notáveis Milagres Eucarísticos.
Em Naju,
durante a Santa Missa, em várias oportunidades, no momento da Comunhão, a
Hóstia Consagrada colocada sobre a língua da vidente Julia Kim, se transforma
de modo visível e impressionante na
Carne e no Sangue do SENHOR, deixando
perplexas e repletas de admiração pessoas do mundo inteiro.
Leigos e
autoridades religiosas que presenciaram o fenômeno, ficaram enlevadas e
extasiadas diante da grandeza do evento e do extraordinário e sobrenatural
empenho Divino para provar a
Presença Real de JESUS CRISTO na SAGRADA EUCARISTIA.
FREQÜÊNCIA
DA MANIFESTAÇÃO.
Os
Milagres Eucarísticos repetiram-se por mais de 20 vezes, em locais diferentes,
até no Vaticano, sempre causando espanto e emoção, pela grandeza e absoluta
clareza com que ocorrem.
Além
destes milagres, outras manifestações sobrenaturais tem acontecido por meio de
Júlia Kim, sempre colocando em evidência a Partícula Sagrada da Comunhão.
É
assim, que a vidente recolhendo água numa Fonte abençoada pelo SENHOR, próxima
a Capela, no fundo do recipiente apareceu por mais de uma vez a imagem de uma
Hóstia.
Sobre
o telhado da Capela, foi visto também em diversas oportunidades, projetada pela
luz do sol, a imagem de um Cálice e de uma Hóstia. Inclusive existem
fotografias e filmes sobre estes fenômenos.
SÉTIMO
MILAGRE.
Aconteceu
numa circunstância tal, que a Igreja Católica no mundo inteiro tomou
conhecimento do fato.
Estava
presente o Núncio Apostólico da Santa Sé. O Arcebispo do Vaticano informou ao
Diretor espiritual da vidente Frei Raymond Spies e as demais autoridades
presentes, que não estava ali na Capela como um simples peregrino, mas que veio
como um representante oficial, na celebração eucarística do dia 24 de Novembro
de 1994, comemorativa do 2º Aniversário do derramamento de óleo perfumado pela
imagem de NOSSA SENHORA.
Na
presença do Núncio Apostólico, todos rezavam enquanto nossa MÃE SANTÍSSIMA
apareceu e instruía Júlia, como prelúdio do admirável milagre que ia acontecer.
Primeiro
NOSSA SENHORA pediu-lhe que recebesse a benção do Arcebispo e de Frei Spies.
Depois Ela introduziu o Arcanjo São Miguel que entregou uma Hóstia Consagrada à
Júlia, a fim de que ela a conduzisse aos dois prelados.
A
Hóstia que o Arcanjo trouxe era do tamanho grande, semelhante àquelas que os
sacerdotes utilizam nas celebrações das Santas Missas.
São
Miguel não era visível às pessoas na Capela, somente era visto pela vidente que
acompanhava todos os seus movimentos. Entretanto, as pessoas puderam ver a
Sagrada Partícula aparecer de repente entre os dedos de Júlia. Na Hóstia estava a imagem de uma Cruz
entre duas letras: "A” (de Alfa) e "W" (de Ômega), da mesma
maneira como apareceu numa fotografia de outro milagre proporcionado por NOSSA
SENHORA em 27 de Junho de 1993.
No
caso atual a Hóstia já estava quebrada em duas partes, quando Julia a recebeu,
por essa razão ficou com uma metade na mão direita e a outra, na mão esquerda.
De súbito, ela caiu ao chão pela força de uma poderosa luz vinda de cima.
Contudo,
não soltou as Partículas, manteve os dois pedaços da Hóstia Consagrada nas
mãos. A seguir, cuidadosamente levantou-se e deu uma metade ao Núncio
Apostólico e a outra, a Frei Spies. Os prelados comungaram com um dos pedaços e
o outro, foi repartido em pequenas porções, a fim de ceder Comunhão às pessoas
que estavam perplexas, em completo assombro e temor, em face da grandeza
daquele acontecimento.
E
muito embora fosse apenas à metade de uma Hóstia grande, todas as pessoas na
Capela, aproximadamente 70, receberam a Comunhão. Admirados, muitos
testemunharam que simplesmente era uma experiência que desafiava a compreensão
humana, mas que fazia lembrar a passagem evangélica da multiplicação dos pães.
(Mt 14,13-21).
No
momento em que Júlia
recebeu o pequeno pedaço da Hóstia Consagrada sobre a língua,
surpreendentemente a Partícula cresceu e atingiu o tamanho de uma Hóstia
pequena perfeitamente normal. O Núncio Apostólico observando o fenômeno,
respeitosamente retirou-a e mostrou ao povo. Junto com Frei Spies a colocou
numa Teca, guardando-a cuidadosamente como testemunho daquela singular
manifestação sobrenatural. Esta Hóstia está no Ostensório menor, fotografia
abaixo.
Na continuidade, NOSSA SENHORA contou à vidente, que aquela Hóstia
Consagrada trazida pelo Arcanjo, era para ser consumida por um padre, mas São
Miguel não permitiu e a trouxe para a Capela, porque o padre estava em
"estado de pecado" e JESUS não podia viver nele.
Esta
realidade traz presente uma conclusão muito séria: na Santa Missa, quando as
pessoas em estado de pecado insistem em receber a Sagrada Comunhão, entrando na
fila, na verdade não recebem o SENHOR, mas comungam somente "trigo e
água" e a própria condenação.
Júlia
desejava voltar para casa, a fim de escrever as mensagens de NOSSA SENHORA e
entregá-las ao senhor Arcebispo.
Contudo,
ao sair da Capela, como caminhava com dificuldade por causa das contínuas dores
da crucificação que recebia em seu corpo, nossa MÃE SANTÍSSIMA chamou-a
novamente. Ela atendendo a solicitação, veio para junto da imagem da VIRGEM
MARIA e a pedido DELA, segurou nas mãos do Núncio e de Frei Spies num gesto
fraterno de penitência.
Depois
NOSSA SENHORA perguntou-lhe se queria receber a Sagrada Comunhão pela segunda
vez. Desta vez o Arcanjo trouxe uma Hóstia menor, igual àquelas que os fiéis
recebem nas Santas Missas e ministrou a comunhão à vidente. Contudo, ao receber
a Sagrada Hóstia em sua língua, normalmente na posição horizontal, ao invés da
Partícula permanecer deitada, assumiu a posição vertical, sem que existisse
algo para ampará-la. O Arcebispo
vendo este outro fenômeno, o inesperado surgimento de uma Partícula sobre a
língua da Vidente em posição vertical, em perfeito equilíbrio, retirou-a
imediatamente e mostrou as pessoas que não se arredavam da Capela.
Mais
fotografias foram feitas para registrar o notável acontecimento. Em seguida, o
Núncio entregou esta outra Hóstia à Frei Spies que a colocou na mesma Teca onde
estava a outra, levando-as para a sua residência, enquanto o povo
silenciosamente voltava a seus lares. Esta Partícula também está no Ostensório
menor, foto abaixo.
O
Núncio Apostólico estava pasmo e impressionado com todos aqueles
acontecimentos. Na verdade ele ficou tão emocionado, que não conseguiu dormir
durante três noites seguidas, pensando e recordando aqueles fatos extraordinários
e sobrenaturais.
Na
seqüência dos dias, examinou com a maior atenção, todas aquelas ocorrências em
Naju, desde o início em 1985 até aquela data. Preparou um dossiê e nele
registrou com detalhes, os diversos fatos.
A
par com esta providência, o Arcebispo Victorinus Yoon da Arquidiocese de
Kwangju, que abrange a Paróquia de Naju, formou um comitê para montar um
processo de investigação, a fim de apurar e documentar os acontecimentos, como
parte inicial do processo canônico.
O Núncio Apóstolico examina a Hóstia
retirada da boca de Júlia. - Ostensório menor com as Hóstias.
8º, 9º
E 10º MILAGRES EUCARÍSTICOS.
Nos
dias 30 de Junho, 1o e dia 2 de Julho de 1995 também ocorreram em Naju
admiráveis milagres. Milhares de peregrinos lotavam a Igreja Paroquial, para
comemorar o 10º Aniversário do derramamento de lágrimas pela imagem de NOSSA
SENHORA.
A
Santa Missa foi celebrada à noite de 30 de Junho e concelebrada por oito
sacerdotes. A vidente estava sentada na parte de trás da Igreja e foi à última
a comungar.
De
repente, no instante da comunhão, as pessoas ao redor notaram nitidamente que a
Hóstia Sagrada na sua língua se transformou num pedaço de carne coberto de
sangue do SENHOR JESUS.
Chocados
e repletos de emoção, muitos choraram, diante da realidade de ver bem a sua
frente, a carne viva do próprio DEUS. Os padres e as pessoas que estavam nas
proximidades testemunharam o notável fenômeno.
Terminada
a Santa Missa, os peregrinos acompanharam a vidente até a Capela, onde se
encontrava a imagem, para o serviço noturno de orações em continuidade as
comemorações. Com o recinto completamente ocupado por fiéis entusiasmados que
rezavam e cantavam hinos em louvor a VIRGEM MARIA, iniciou-se a cerimônia.
No
meio das orações Júlia começou a sentir terríveis dores na região do abdômen,
em reparação pelos abortos que assassinam tantos inocentes. Uma cena
impressionante retratando fielmente a desesperada resistência da criança que
não quer sair do útero de sua mãe que deseja abortá-la, e pela boca da vidente,
a criança manifesta todo o seu pavor pela morte que se aproxima e grita: "Não mamãe, não mãezinha,
não me mate". Frei
Francis Su, da Malásia, convidou todos a se ajoelharem e rezarem pela conversão
das pessoas que são responsáveis pelo impiedoso assassínio de bebes. O povo
emocionado chorava e cantava, rezando com muita fé, agradecendo a DEUS aquela
experiência mística maravilhosa.
Eram
3 horas e 45 minutos da madrugada do dia 1º de julho e toda assembléia em
silêncio ouvia o relato traduzido para o inglês, das últimas mensagens de nossa
MÃE SANTÍSSIMA.
Subitamente,
Júlia que estava na primeira fila ao lado de Frei Su, Frei Pete Marcial e
outros, levantou-se rapidamente e projetou-se para frente em direção a imagem,
estendendo vigorosamente as mãos, como se quisesse segurar algo que ninguém
via.
Aconteceu
que enquanto todos ouviam a leitura das mensagens que ela mesmo recebera de
NOSSA SENHORA, Julia viu a imagem de JESUS Crucificado que está na parede da
Capela, acima de onde se encontra a imagem da VIRGEM MARIA, ganhar vida.
O
SENHOR estava com a face repleta de sofrimento... O sangue Divino saía em
quantidade de sete feridas: daquelas feitas pelos cravos nos pés e nas mãos,
pela lança do centurião no flanco direito entre a 5ª e a 6ª costela, pelo
sangramento na testa causado pela Coroa de Espinhos, e pela chaga do Sagrado
Coração de JESUS Crucificado.
Logo,
nas mencionadas sete chagas, o precioso sangue se transformou em círculos
brancos e em seguida, em puríssimas Hóstias
Sagradas. Algumas pessoas na Capela disseram que viram uma
luz brilhante, como se fosse uma rápida faísca sair do crucifixo. Outras
pessoas ouviram um ruído semelhante à queda de granizo.
As Hóstia Sagradas desprenderam-se das chagas de JESUS e começaram
a cair. Foi justamente neste momento que Júlia se lançou para frente,
estirando decididamente as mãos para pegá-las, a fim de não deixá-las cair no
chão.
Porém
as Hóstias graciosamente evitaram as mãos da Vidente e se acomodaram sobre o
altar, aos pés da imagem da VIRGEM MARIA, na presença de toda assembléia
estupefata, que as viram surgir todas de uma vez sobre o Altar (As fotografias
que apresentamos acima foram feitas naquele exato momento).
No
instante em que as sete partículas tocaram o altar, foi também o momento em que
algumas pessoas ouviram o barulho como se fosse de uma chuva de granizo.
Lembraram-se
que em 24 de Novembro de 1994 nossa MÃE SANTÍSSIMA tinha pedido que colocassem
um Sacrário na Capela, ao lado de sua imagem. Parecia claro que aquelas sete
Hóstias Sagradas que acabavam de chegar, deveriam instalar-se lá dentro, no
interior de um Cibório.
Este
milagre foi levado ao conhecimento do senhor Arcebispo Diocesano no mesmo dia.
Contudo, ele instruiu Júlia e os outros, para consumirem as Hóstias Sagradas e
que não as deixassem guardadas no Tabernáculo. Em obediência selecionaram sete
pessoas para recebê-las: dois padres e cinco leigos, entre eles estava a
vidente.
No
dia seguinte, 2 de Julho, os escolhidos comungaram. Assim que ela recebeu a
Sagrada Eucaristia o milagre se repetiu, a Hóstia transformou-se em carne
coberta de sangue, sobre a sua língua.
Na
realidade ninguém esperava outro milagre, lembrando que menos de 48 horas
passadas, havia acontecido um na Igreja Paroquial. Mas ficou claro que nossa MÃE SANTÍSSIMA estava tão ansiosa
para restabelecer uma fervorosa devoção a Eucaristia, que enviou outro
sinal surpreendente. O fenômeno aconteceu assim:
A
Capela, estava repleta de pessoas com muita fé, que rezavam e se mantinham
ansiosas na expectativa de que algum fato novo pudesse acontecer ao mesmo tempo
em que sensibilizadas, agradeciam ao SENHOR DEUS por todos os ensinamentos e
demonstrações de amor que vinham ocorrendo.
Júlia
foi instruída pelo padre celebrante da Santa Missa, que por ordem do senhor
Arcebispo da Arquidiocese, se acontecesse outra vez o Milagre, ela deveria
ingerir imediatamente a Hóstia transformada em Corpo e Sangue Vivo do SENHOR.
Entretanto, sem querer desobedecer à decisão superior, diante do impressionante
milagre que se repetiu logo a seguir, para júbilo e comoção de todos, Frei Su e
Frei Marcial que estavam atentos aos acontecimentos, conclamaram o povo a rezar
fervorosamente diante do DEUS Vivo suplicando a misericórdia Divina por causa
dos muitos pecados do mundo. E todos numa admirável postura de adoração,
rezaram e louvaram o PAI ETERNO por aquele magnífico e inigualável sinal,
enquanto Júlia permanecia com a boca aberta mostrando o SENHOR, que era filmado
e fotografado pelas pessoas.
E para que não houvesse dúvida, os dois padres imergiram o dedo no
Sangue Precioso sob a língua da vidente e mostraram a todos na Capela. Era mais
uma prova indiscutível e definitiva do fenômeno que acabava de ocorrer. Depois
enxugaram os dedos num "Corporal", (pequeno tecido retangular de
linho) não só uma vez, mas repetiram este gesto diversas vezes, até que o
tecido ficou sensivelmente marcado pelo Sangue de JESUS.
Foi
guardado zelosamente como mais um testemunho daquelas notáveis manifestações
sobrenaturais (a fotografia abaixo registra o procedimento dos sacerdotes
molhando o dedo no Sangue do SENHOR).
Até
hoje o Corporal é preservado em Naju. Frei Marcial , com o mesmo dedo que imergiu
no Sagrado Sangue, tocou a face de um bebê de seis (6) meses que estava com uma
enfermidade terrível que o condenava à morte. A criança ficou completamente
curada.
Quando o CRIADOR nos dá sinais especiais, ELE faz, não para
satisfazer a nossa curiosidade, mas com um propósito Divino, parte do Plano de
Salvação da humanidade.
Estes sinais na Coréia
são extremamente importantes, muito além de nossa capacidade de percepção. Por
isso também, quando o SENHOR nos dá sinais, devemos refletir profundamente
sobre eles e procurar compreender, sobretudo, que ELE espera uma resposta formal
de cada um de seus filhos.
Por isso, é tempo de
meditarmos sobre estes recentes sinais do Céu e procurarmos extrair deles,
todos os benefícios para a nossa alma e nossa vida.
12º Milagre Eucarístico.
Aconteceu
no Vaticano. Em 31 de Outubro de 1995, Júlia em companhia de Monsenhor Nam Ik
Paik, Júlio seu esposo, Rosa sua filha e Raphael Son um seminarista,
participaram de uma Santa Missa celebrada pelo Papa João Paulo II.
Havia
também diversas autoridades e pessoas da França que foram convidadas. Durante a
Santa Missa, a vidente e seus companheiros foram autorizados a cantar hinos em
coreano.
No
momento da comunhão quando o Santo Padre ministrou a Sagrada Comunhão à Julia,
aconteceu outra vez o Milagre Eucarístico, a Partícula Consagrada na
língua da vidente, se transformou em Carne e Sangue do SENHOR.
Este
milagre foi acompanhado minuciosamente por Monsenhor Paik que estava ao lado
dela. Ele testemunhou que a Hóstia encima da língua de Júlia ao se transformar
em carne coberta de sangue, ficou um pouco maior e tomou a forma de um coração.
Segundo a palavra do Monsenhor, este fenômeno foi igual ao acontecido no11º Milagre
Eucarístico em Naju, em 22 de Setembro de 1995, durante uma Santa Missa
celebrada numa montanha próxima a cidade, pelo Bispo Dom Roman Danylak de
Toronto, Canadá e concelebrada por dois outros sacerdotes.
Terminada
a Santa Missa, imediatamente Sua Santidade aproximou-se da vidente e
testemunhou o milagre. Deu-lhe a benção e um Rosário de presente.
13º
Milagre Eucarístico.
Ocorreu
na Capela de Naju, no dia da comemoração do 11º Aniversário do derramamento de
lágrimas pela imagem de NOSSA SENHORA.
Aproximadamente
às 3 horas da madrugada do dia 1º de Julho de 1996, Júlia viu o Precioso Sangue
fluir das sete Chagas de JESUS no Crucifixo fixado na parede, acima da imagem
da VIRGEM MARIA, como no ano anterior.
O
Sangue logo se transformou em Hóstias Sagradas envolvidas por uma luz
brilhante. A luz ficou mais forte e começou a brilhar em todos aqueles que
estavam presentes na Capela, assim como nas pessoas que estavam do lado de
fora.
Então
um feixe de luz muito poderosa irradiou do Crucifixo e alcançou a vidente, que
deu um forte grito e caiu ao chão por causa de extremas dores em sete lugares
de seu corpo: na cabeça, em
ambas as mãos, nos pés, no lado e no meio do peito encima do coração, ou seja,
nos mesmos locais das chagas de JESUS.
Ainda
estava com a boca aberta após o grito de dor, quando as Hóstias Sagradas se
desprenderam do Crucifixo e entraram suavemente em sua boca (a fotografia acima
à direita, foi feita no exato momento). Frei Francis Su, dois outros sacerdotes
e as pessoas que se encontravam ao redor da vidente, viram as Hóstias Sagradas
se acomodarem na boca de Júlia Kim.
Depois
das 12 horas e 30 minutos do dia 1º de Julho de 1996, novamente ela teve as
fortes dores da crucificação e começou a sangrar nas palmas das duas mãos. Frei
Raymond Spies, Frei Francis e algumas pessoas, testemunharam o acontecimento.
Aproximadamente
às 13 horas do dia seguinte, 2 de Julho de 1996, Frei Spies, a vidente e outras
pessoas, rezavam diante da imagem
de nossa MÃE SANTÍSSIMA na Capela,quando de repente, ela gritou forte e
caiu ao chão. Acabara de receber um poderoso feixe de luz do Crucifixo e sofreu
as mesmas dores da
crucificação em sete partes do corpo, como no dia anterior, sangrando nas
palmas das duas mãos. Colocaram luvas para esconder as chagas e a hemorragia,
mas as luvas ficaram molhadas com sangue.
Por
recomendação de seu diretor espiritual, às 16 horas deste mesmo dia, Júlia
visitou dois hospitais em Kwangju a fim de mostrar os ferimentos nas palmas das
mãos. Os doutores examinaram as chagas e a hemorragia, emitindo declarações por
escrito, dizendo que elas tinham origem desconhecida e por isso, não podiam ser
explicadas como provenientes de qualquer causa natural. No dia seguinte, o
sangramento cessou e as chagas desapareceram.
Detalhe
de uma das Hóstias que desceram das Chagas de JESUS. - Frei Spies levanta uma
Hóstia diante da imagem de NOSSA SENHORA. A foto mostra também o Crucifixo
encima, de onde vieram todas as Hóstias das Chagas do SENHOR.
Sua Santidade
o Papa João Paulo II, após a celebração da Santa Missa, na Capela do Vaticano
testemunha a Sagrada Comunhão transformada em Corpo e Sangue do SENHOR JESUS,
sobre a língua da vidente Júlia Kim.
O Crucifixo de JESUS na capela de onde apareceu o milagre
das Hóstias grandes. OUTRAS MANIFESTAÇÕES SOBRENATURAIS.
Além dos milagres
Eucarísticos, ocorrem outras manifestações:
- Fenômenos solares.
- Percebe-se um agradável perfume de rosas sempre que Júlia segura um Rosário. Também em algumas ocasiões especiais, a Capela é invadida por um delicioso odor de rosas, deixando-a completamente perfumada.
- Tem-se observado um admirável poder intercessor de cura na Vidente.
Pessoas
com sérios problemas de saúde a tem procurado. Ela reza e suplica à NOSSA
SENHORA Sua maternal e poderosa intercessão junto a DEUS, a fim de que aconteça
a cura.
Muitos
pedidos tem sido aceitos, verificando-se o extraordinário restabelecimento da
saúde das pessoas. Este fato vem testemunhar, a ocorrência de verdadeiros
milagres feitos pelo SENHOR, através da intercessão de NOSSA SENHORA por
solicitação de Júlia.
- E também, tem acontecido curas excepcionais feitas por JESUS, de pessoas com doenças problemáticas, que rezaram na Capela, suplicaram a intercessão de NOSSA SENHORA e tomaram aquela água da Fonte próxima a Capela, que foi abençoada por NOSSO SENHOR.
AS
MENSAGENS:
Nossa
MÃE SANTÍSSIMA deixou muitas palavras e recomendações.
São
preocupações de uma MÃE carinhosa que deseja o bem-estar de todos os seus
filhos. Por isso, maternalmente suplica, que
apesar da modernidade, das mudanças e transformações dos costumes da
humanidade, quer que todos exercitem com freqüência o Sacramento da Reconciliação,
procurando uma Igreja e confessando as suas culpas com um sacerdote, a fim de
poderem receber também com freqüência e com dignidade, a Sagrada Eucaristia,
Sacramento do Amor de DEUS.
Este
procedimento é fundamental para o estabelecimento de uma amizade firme e
permanente com o SENHOR, impulsionando concretamente os passos de sua vida em
direção ao CRIADOR. Por isso mesmo, NOSSA SENHORA realça a necessidade da conversão do coração e faz outras solicitações:
> Procurem
fazer com que a família seja unida, rezando e suplicando a Luz de DEUS para
superar as desavenças e incompreensões do cotidiano.
> Parem com a matança de
inocentes, cessando e impedindo que aconteçam os terríveis Abortos.
> As pessoas devem procurar
rezar com freqüência, por suas necessidades, pelo Papa e pela paz no mundo.
> Devem rezar
também pelos sacerdotes e tratá-los com respeito e seriedade.
> As pessoas devem viver uma vida de trabalho sério e
responsável, sobretudo, se consagrando a DEUS, colocando sempre o SENHOR em
primeiro lugar, mantendo-se unido a ELE no labor, na família e no lazer.
> Rezar pela conversão
dos pecadores e participar com Ela, através dos sofrimentos de cada dia, no
processo de remissão dos pecados da humanidade.
> Ela suplica: Coloquem
em prática as Minhas Mensagens e as divulguem para o mundo inteiro.
> Rezem,
rezem, rezem. Rezem sempre com o coração.
Fonte:
http://www.derradeirasgracas.com/4.%20Apari%C3%A7%C3%B5es%20de%20N%20Senhora/Nossa%20Senhora%20em%20Naj%C3%BA..htm
Assinar:
Postagens (Atom)



.jpg)
































.jpg)


